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Vida com dois sentidos

Vida com dois sentidos

Limites...

 

Toda a gente tem um limite. Um limite de paciência. Um limite para certas situações. Um limite para chorar. Um limite para sorrir.

Eu cheguei ao meu limite. Estou farta de tudo. Já não aguento a escola, já não aguento ter de me calar, quando ouço bocas, para não arranjar problemas ou para não magoar a pessoa que pronunciou essas ditas bocas. Já não aguento ser magoada e magoada vezes e vezes sem conta. Cheguei aos limites dos limites.

As pessoas pensam que quando dizem as coisas que não vou magoar, ou quando fazem as coisas que não vão prejudicar ninguém.

Eu quando me dou com alguém e, posteriormente, construo uma amizade, faço com que essa pessoa fique a saber o quanto eu gosto dela e quanto essa amizade é importante para mim. Dou valor a toda a gente e faço tudo por toda gente e, provavelmente, o meu problema é mesmo esse.

Dou tudo de mim e depois quem sai magoada sou eu. As pessoas vêm ter comigo quando precisam e depois deitam-me fora. Ninguém me dá o devido valor. Ninguém.

Tenho amigos que gostam muito de mim, mas eles não tem noção do quanto eu gosto deles, e por muito que eu tente demonstrar lhes eles não conseguem perceber.

Fico desiludida comigo própria por não conseguir demonstrar lhes o quanto gosto deles e o que eles significam para mim.

 

 

“ E quantas vezes o teu silêncio, foi o teu grito mais alto?”

 


E é mesmo isto...

Desilusão

 

A desilusão é "uma decepção ou um desencantamento decorrente de uma experiência negativa profunda". É o sentimento que mais predomina na vida de um ser humano e, que, por muito que tentemos escapar dele, nunca conseguimos. Invade o coração e a cabeça de uma pessoa sem dó, nem piedade. Faz com que uma pessoa se interrogue sobre tudo e todos sem nunca conseguir chegar a uma resposta concreta.

Normalmente, nós ficamos desiludidos com as pessoas em quem nós mais confiamos e de quem mais gostamos. Por sitações pequenas ou grandes, a desilusão é sempre algo que magoa muito e que deixa marcas profundas.

O melhor que uma pessoa desiludida tem a fazer é levantar a cabeça e olhar em frente porque nada, nem ninguém a pode deitar abaixo. Cada um lida com a desilusão como consegue, mas não deve ser uma coisa que a prenda e que faça com que se deixe de viver.

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