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Vida com dois sentidos

Vida com dois sentidos

Happiness

Que a felicidade não dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. Que ela possa vir com toda simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos. Que as pessoas saibam falar, calar, e acima de tudo ouvir. Que tenham amor ou então sintam falta de não tê-lo. Que tenham ideais e medo de perdê-lo. Que amem ao próximo e respeitem sua dor. Para que tenhamos certeza de que: Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.
Carlos Drummond de Andrade

 

 

É isso aí

 

É isso aí
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre

 

 

É isso aí
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua

 

 

Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não sei parar
De te olhar

 

 

É isso aí
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade

 

 

É isso aí
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos a escolher seus amores

 

 

Eu não sei parar de te olhar
Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar de te olhar

 

 

É isso aí
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade

 

 

É isso aí!
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos a escolher seus amores

 

 

Eu não sei parar de te olhar
Eu Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar de te olhar

E os 18 chegaram!

 

Pois é, a idade adulta chegou! Completo hoje 18 anos e não podia estar mais feliz! Foram 18 anos de muitos altos e baixos, mas sempre com muita felicidade e muita vontade de continuar a lutar à mistura!

Está a começar uma nova etapa da minha vida (espero eu!) e sei que tenho os melhores amigos do meu lado! Os 18 chegaram e eu não podia estar mais preparada para eles!

Hoje e sábado é só dia de festa! :)

Para nós são sempre eternos

 

 

 

 

Nunca nos passa pela cabeça que as estrelas, sejam de hollywood, sejam nacionais, possam falecer. Como é óbvio, somos racionais ao ponto de saber que o ser humano não é eterno e até as pessoas que mais adoramos platonicamente falecem, mas quando a notícia da morte de uma dessas pessoas chega é sempre um choque. Daqueles que é preciso 1 minutos para termos a certeza que estamos a ler ou ouvir bem. Nunca parece real. Porque essa pessoa tinha talento. Porque gostamos muito dela. Porque adoramos muito o trablho dela. E, principalmente, porque não sabemos o que é o dia-a-a dia das pessoas famosas.

Hoje morreu Robin Williams. Diz-se, por aí, que cometeu suicídio. O mundo está chocado. Como é que é possível que uma pessoa que passou a vida a fazer os outros rir e transmitia tanta alegria se foi suicidiar? Pois é... Aqui entra a nossa irracionalidade e o nosso poder de não pensar em como os artistas também são seres humanos como os outros e que tudo lhes pode atingir. Um cancro. Uma atropelamento. Um roubo. Uma depressão. Foi esta última que levou o ator a, supostamente, ter cometido esse fatídico ato.

Neste momento, a incredubilidade toma conta de todos nós. Não se estava há espera. Espalhava alegria por todos e deixou-se afundar na sua própria tristeza. Para nós, meros espetadores, é impensável a morte de um artista. Quer seja física, quer seja profissionalmente. Mas acontece e há muita gente que não sabe o que dizer nestes momentos. Porque para nós, o Robin Williams será sempre eterno.

 

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