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Vida com dois sentidos

Vida com dois sentidos

Ama-se para sempre.

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Há quem diga que tenho um coração do tamanho do mundo. Cheio de amor. Que nasci para amar. Que não sei fazer outra coisa senão amar. As pessoas que me rodeiam e as que, por alguma razão, não me podem rodear. Tudo aquilo que faço e que não faço. Tudo aquilo em que acredito e que faço com que os outros acreditem comigo. A base é sempre o amor.

A verdade é que fui aprendendo que, na minha vida, não existe muito espaço para aquilo que, de alguma forma ou feitio, não é amor. Porque não faz sentido ter ou lutar por algo que não me preenche enquanto pessoa e enquanto mulher. Porque existe um caminho muito certo em mim que é o daquilo que sinto e sei que me faz feliz, em todas as descobertas que tenho feito e vou fazendo todos os dias. Hoje sei que vivo com essa base muito certa em mim.

Amo com todo o meu coração. Só assim sei gostar dos outros. Só assim sei entregar-me aos outros e a tudo que me faz feliz. Não existem distâncias, momentos menos bons, sentimentos menos favoráveis que diminuam o meu amor pelas pessoas. Se senti que as amei uma vez, vou amá-las para o resto da vida. Mesmo que já não estejam presentes. Mesmo que os nossos caminhos se tenham desviado. Mesmo que exista uma distância que só é diminuída de longe a longe.

Acredito que toda a gente entra na nossa vida por alguma razão. E se nos fazem amá-las porque é que nos serão indiferentes depois? Ninguém me é indiferente depois de pisar as linhas do meu caminho. Porque me tocou e me mudou de alguma forma. Porque deixou alguma coisa sua em mim. E isso faz toda a diferença.

A base de tudo na minha vida é o amor. Nas suas mais variadas formas. Nas suas mais variadas distâncias. Nas mais variadas pessoas. E nunca se deve virar as costas ao amor. Porque quando se ama, ama-se para sempre.