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Vida com dois sentidos

Vida com dois sentidos

No fim de tudo é só amor

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Amo-o. Não o posso negar. Nem quero. É daquelas sensações que quero guardar comigo para o resto da vida. Porque é bom. Porque é único. Porque ele merece.

Não existem histórias de encantar. A nossa certamente que não seria a primeira. Existem, sim, amores para a vida. Ele é um desses. Um amor que quero guardar comigo. Fechado a sete chaves e que ninguém mo poderá arrancar.

Amo-o demasiado para o deixar ir. Para o deixar fugir de mim. Prefiro engolir o orgulho e tê-lo na minha vida como amigo do que não o tê-lo de todo. Porque no fim de tudo é isso que eu quero ter comigo. A amizade. A cumplicidade. Tudo aquilo que mais nenhuma outra pessoa me ofereceu como ele.

Por muito díficil que seja, não desisto. Não desisto dele. Se ao fim de tanto tempo ainda não viramos as costas um ao outro é porque estamos destinados. Pode não ser como eu quero. Mas acredito mesmo que ele me estava destinado. Para me fazer uma pessoa melhor. Para me mostrar que nem todos os homens são iguais. Para me mostrar que vale a pena amar. Com tudo o que há de bom e de mau no amor.

Não tive uma história de encantar com ele, mas, no que depender de mim, terei um bela história de uma grande amizade. Para o resto da vida. Porque, no fim de tudo, o que conta e o que sempre contará é o amor que lhe tenho e o amor que ele me tem a mim (mesmo tu dizendo que não!). Assumindo as suas várias facetas. Mostrando que tudo é possível. Basta querermos.