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Vida com dois sentidos

Vida com dois sentidos

A ti, que me partiste o coração.

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Não te guardo qualquer tipo de rancor. Guardo, sobretudo, amor. Não só dos dois meses em que fomos namorados, mas de todo o ano que passou. Guardo os teus abraços que me faziam sentir pequenina, os teus sorrisos que me faziam derreter, todas as tuas palavras meigas e sinceras. Não guardo a mágoa que possa ter sentido durante este tempo. Não guardo nada de mau do que me possas ter feito. 

Quero lembrar-me de ti sempre como uma das pessoas de quem mais gostei na minha vida e por quem eu lutei. Muito ou pouco. Lutei e isso ninguém pode negar.  Estás guardado em mim. Hoje e sempre. Porque marcaste a minha vida. Porque me fizeste sorrir. Porque me fizeste sentir feliz.

Não te posso dizer que quero que sejas feliz com a pessoa com quem estás agora. Estaria a mentir se o fizesse. E como a sinceridade foi sempre uma das premissas mais importantes nas nossas conversas, aqui fica. Não quero que sejas feliz com outra pessoa, neste momento. Quero que aprendas a ser feliz sozinho e que aprecies isso primeiro e só depois saltes para uma relação. 

Gostava que tivesses as mesmas saudades minhas que eu tenho tuas. Gostava que sentisses aquilo que eu sinto todos os dias, que me leva quase à loucura e ao sufoco, antes que o meu lado racional tome conta de mim. Talvez por não perceber o porquê de estarmos numa fase tão cinzenta da nossa amizade. Já estivemos pior, mas, neste momento, as coisas não estão como eu gostaria que estivessem. Todos os dias me vem à cabeça o pedido que me fizeste e não compreendo o rumo que "nós" levámos. Mas a vida continua, e eu levo a minha vida com a leveza que sempre levei. Mas sempre com a pequenina esperança que algo mude. 

Hoje, depois de ter sofrido quase tudo o que tinha para sofrer, continuo a querer-te na minha vida. Continuo a querer ter aquele abraço e aquele sorriso. Continuo a querer o amigo, porque, na minha opinião, esse tipo de amor não morre. E, por muito que me tentes afastar de ti, vou estar sempre aqui. Não com toda a disponibilidade do mundo e não de braços sempre abertos, mas vou estar aqui. De onde nunca saí.

Não se apagam as pessoas de quem mais gostamos por causa de erros que elas possam ter cometido. Tu não serás apagado, nunca. Recuso-me a que isso aconteça. Porque tu vales a pena. Porque, independemente de tudo o que possa ter acontecido, gosto muito de ti. Mais do que tu possas imaginar.

2015

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Acho que o que define o ano de 2015 é a palavra Amor. Porque acho que foi o ano em que me dei aos outros da forma mais intensa que me lembro. Porque amei muito mais do que me lembro ter amado. Este foi um ano de emoções. Muito fortes. Muito duradouras. 

Entrei para a faculdade. Conheci as melhores pessoas para me acompanharem nos próximos anos nesta aventura chamada Ensino Superior. E tem valido tanto a pena. Cada hora passada com eles é uma mais valia para a minha vida. Cada sorriso, lágrima, suspiro dado dados ou deitados faz com que eu queiras mais e mais. Eles são tudo o que toda a gente gostava de ter como amigos.

Apaixonei-me. Como nunca pensei apaixonar. Como nunca pensei que fosse acontecer. Quis fugir e dei-me mal. Este amor deu-me uma felicidade que nunca antes tinha sentido. Acabou. E isso fez com que este ano não acabe da melhor maneira, mas também me deu coisas boas como, por exemplo, a forma como eu olho para mim mesma e como olho a outra pessoa.

Continuei a ter os melhores ao meu lado. Podem passar muitos anos, mas existe um grupo de pessoas que não sai da minha vida. Nunca. E que estão ao meu lado nas coisas boas e nas coisas más, sem nunca pensar duas vezes.Continuam comigo, aconteça o que acontecer. E nunca pedem nada em troca.

2015 foi um ano nem bom bem mau. Teve os seus altos e baixos que me deixaram feliz e triste. Chorei muito, mas mesmo muito, mas também sorri muito. Arrependo-me de certas coisas, mas orgulho-me de tantas outras. Guardo comigo o melhor e o pior deste ano.

Espero que 2016 venha com muito mais felicidade e amor. Com muito mais riso e gargalhadas. Quero que seja O ano!

O meu príncipe

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Ele era um príncipe. O meu príncipe. A pessoa que eu, sem ter noção, comecei a ver como parte certa do meu futuro. Com quem queria viver, partilhar e desfrutar esta fase boa da minha vida.

O príncipe entrou na minha vida sem qualquer tipo de aviso, de alarme. Foi há 1 ano e uns meses e eu tentei sempre mantê-lo longe, mas perto de mim. Não queria ter de enfrentar algo que com tanto esforço sempre fugi. O amor. 

Ele continuava lá. Sem nunca deixar de marcar a sua presença e com a sua promessa de uma felicidade da qual eu não podia escapar.

O amor apanhou-me de tal forma que não podia fugir daquela felicidade que tanto me foi sussurrada ao ouvido durante meses e meses a fio.

Arrisquei. Fui feliz. Não o posso negar. Mas, rapidamente, aquele que era o meu príncipe transformou-se num sapo. Irreconhecível. Sem qualquer tipo de ternura que lhe era tão característica.

Apesar de se ter transformado um sapo, eu não consigo deixar de pensar nele, de sentir a falta dele. É como que se ele estivesse em todo o lado. Como que se ele me perseguisse. O cheiro dele... Ainda o sinto em mim. Como se emanasse dos meus poros. O som da voz dele... É como se o tivesse sempre comigo a sussurrar-me ao ouvido. É quase que exaustivo tê-lo sempre comigo desta forma.

Quero o meu príncipe e não este sapo feio que deixou de ser o ponto de encontro com a felicidade. Quero aquele com quem sonhei. Quero aquele com quem sorri. Quero aquele que nunca saiu de mim. Quero o meu príncipe.

Decisões erradas

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Tomei uma decisão errada. Deixei-me levar pelo medo e não quis ver o que realmente se passava. Não quis acreditar. Não quis aceitar. Agora estou a sofrer as consequências dessa minha decisão. E, caraças, dói tanto... Perder uma pessoa nunca é fácil, então quando se gosta mesmo muito dela e sabemos que só a perdemos por nossa causa, tudo se torna insuportável. As saudades aumentam a cada dia que passa. Da presença. Dos gestos. Das palavras. Eu tomei a decisão e agora não há nada a fazer. No fim de tudo, só quero que ele seja feliz e que não se volte a desiludir. Eu vou continuar cá para ele. Sempre. Para qualquer coisa. Nunca lhe virarei as costas. Porque quem gosta cuida e eu cuidarei dele sempre que necessário.

Aqueles dias

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Sinto-me estúpida. Mesmo muito. Continuo a ser inocente e a acreditar nas pessoas. Por muito que lute contra isso, lá no fundo, acredito sempre. Quem se lixa sou sempre eu, porque quem sai desiludida e até magoada sou eu. Tenho mesmo de aprender que as pessoas não são como eu quero que eles sejam ou como acredito que elas sejam. Hoje é daqueles dias em que não sair da cama era o ideal para não ter de me sentir tão burra e estúpida como me sinto neste momento.

De 1 para 2

 

A nossa vida toda foi feita de mãos dadas. Desde pequenos que, mesmo cada um com o seu caminho, tínhamos uma vida em comum, uma ligação sem igual. Crescemos juntos. Brincámos juntos. Tornámo-nos pessoas juntos. Mesmo nas situações mais complicadas, em que pensávamos que já não dava mais, mantivemo-nos unidos. Sempre te ouvi e tu a mim. Nunca larguei a tua mão e tu igualmente. Até que o inevitável aconteceu.

Arriscamos. Tornamos possível uma coisa que para muitos era uma estupidez. Correu mal e mesmo assim não nos conseguimos largar. Continuamos durante muito tempo agarrados. Eu sentia que, passasse o tempo que passasse, estaria sempre ligada a ti. Afinal eras o meu melhor amigo e os melhores amigos não viram as costas, até quando tudo se torna insuportável.

Aguentei, aguentei, aguentei. Lutei contra toda a vontade de ter largar a mão, lutei contra a vontade de fazer aquilo que sempre disse que nunca faria. A nossa relação de muita boa passou a muita má. Tanto estamos bem como mal. Tanto dizes que serei sempre a mesma pessoa para ti como me dizes que basta. Vou indo ao teu ritmo indo contra todos os meus princípios. Porque continuas a ser o meu melhor amigo. Porque vou gostar sempre de ti.

Até que chega o dia. Aquele que eu pensei que nunca iria chegar. As nossas mãos tem de se largar. As nossas vidas tem de ser separadas. Por muito altruísta que eu seja, eu preciso de ser feliz. Tal como tu. Vou gostar sempre de ti. Serás sempre aquela pessoa importante. Mas longe. Onde nenhum de nós esteja agarrado a um passado que não tinha qualquer tipo de futuro. Antes erámos quase como se fossemos só 1. Hoje passámos a ser 2.

Ele

 

Hoje voltei a sonhar com ele. Há muito tempo que não o fazia. Não deixava que ele fizesse parte do meu dia-a-dia, dos meus pensamentos, mas, por qualquer razão desconhecida, o meu subsconsciente hoje trouxe-mo outra vez. Esteve bem nítido nos meus sonhos. Esteve como o conheci. Era o meu menino. Com o seu sorriso maroto e as suas piadas de sempre.

Não sonhava com ele desde que percebi que não o podia ter na minha vida, que ele é uma mancha do meu passado que não me deixava avançar e que, por muito que eu gostasse dele, tinha de o deixar ir e tinha de me concentrar naquilo que é realmente importante.

Hoje deixei que a saudade voltasse, mas não voltou. Talvez porque já aceitei que os nossos caminhos nunca mais se vão cruzar e alinhar. Talvez porque o tornei numa pessoa indesejável. Talvez porque o tornei naquilo que eu sempre odiei.

Hoje não senti saudade, nem acordei com uma vontade imensa de chorar. Acordei com uma calma que, ultimamente, não me é característica. O sorriso não fugiu, a energia (que já é pouca) não se esgotou e nada no meu sonho me afetou o dia.

Já aceitei a ausência dele. Já sei que nada do que se passou pode voltar para o presente. Ele era "meu" e agora já não "é", mas nada disso faz diferença, porque, para mim, ele voltou a ser como qualquer outra pessoa que passou na minha vida, deixou uma marca e continuou a sua viagem sem olhar para trás.

Hoje sonhei com ele e foi como se nada se tivesse passado.

Não acredito no amor! Nunca mais!

 

Estou profundamente triste (é o meu momento dramático, não liguem...). Estão a ver aquele casal perfeito chamado Cláudia Vieira e Pedro Teixeira? Estão separados! Isto dá para acreditar?! SEPARADOS! Como é que uma coisa destas aconteceu?
Eu sou do tempo dos Morangos com Açúcar. Era uma fã incondicional da série e adorava este casal. Sempre os achei perfeitinhos, perfeitinhos e eles estão separados? Estou triste, revoltada e passei a não acreditar no amor! Estes dois deviam estar para sempre juntos! Deviam ser daqueles casais com uma carrada de filhos atrás. Todos tão perfeitinhos como os pais. Mas não. De um momento para o outro lá se vai a perfeição e eu (tal como o resto dos fãs) fico desolada. Acho que vou chorar... Afinal não existem casais perfeitos...

Este mundo está perdido... E eu não acredito no amor... Nunca mais...