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Vida com dois sentidos

Vida com dois sentidos

Não existe turma. Existe família.

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Sempre me disseram que é na faculdade que se fazem os nossos maiores amigos. Nunca acreditei muito nisso, porque, mesmo antes de ter entrado para a faculdade já tinha feito e tenho grandes amigos e amigas de quem gosto mais do que gosto de mim própria. A verdade é que, hoje em dia, acredito muito no que me diziam. 

Arranjei mais uma família. Arranjei mais um grupo de tolinhos para a minha vida. E não podia ter pedido ou desejado melhor. Porque eles são mesmo do melhor. Somos muitos. Cada um com a sua personalidade distinta. Cada um com as suas manias e os seus jeitos de ser. E não é que, mesmo assim, nos dámos todos perfeitamente bem?

Acho que o que nos junta é o amor. Por aquilo que fazemos todos os dias. Por aquilo que queremos vir a ser. Por estarmos todos juntos a lutar pelo nosso sucesso. E o amor que temos uns pelos outros. É muito difícil descrever aquilo que somos sem falar em amor, em união, em amizade. Gostamos mesmo muito uns dos outros. Já nada faz sentido se não for assim.

Quando começamos éramos 17 ou 18. Hoje somos 1. E ninguém fica para trás. Porque se um vai, os outros também tem de ir. Se um faz, os outros também tem de fazer. É isto que nos caracteriza. Em conjunto com a boa disposição, com as piadas, com os devaneios e loucuras. Tudo isto todos os dias, em dose dupla ou tripla.

A minha aventura na faculdade está a valer a pena por causa deles. Eles tornam tudo melhor. Não existe o mundo cinzento. Existe só o mundo cor de rosa. Porque os dias cinzentos de cada um rapidamente se transformam em coisas boas. Não há permissão para tristezas. E se as houver são vividas em conjunto, nada de individualidades. É quase que um casamento. Na saúde e na doença. Na alegria e na tristeza. Vale tanto isto!

A verdade é que já ninguém nos fica indiferente. É impossível. Nós somos como ímanes. Aqueles que toda a gente quer. Porque somos mesmo bons. Sem qualquer tipo de dúvida. Porque, além de sermos unidos, gostamos também de unir. Cada vez mais, cada vez mais pessoas. O amor chega e sobra. Nós temos tanto para dar e para partilhar. É só quererem. 

No fim de tudo é só amor

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Amo-o. Não o posso negar. Nem quero. É daquelas sensações que quero guardar comigo para o resto da vida. Porque é bom. Porque é único. Porque ele merece.

Não existem histórias de encantar. A nossa certamente que não seria a primeira. Existem, sim, amores para a vida. Ele é um desses. Um amor que quero guardar comigo. Fechado a sete chaves e que ninguém mo poderá arrancar.

Amo-o demasiado para o deixar ir. Para o deixar fugir de mim. Prefiro engolir o orgulho e tê-lo na minha vida como amigo do que não o tê-lo de todo. Porque no fim de tudo é isso que eu quero ter comigo. A amizade. A cumplicidade. Tudo aquilo que mais nenhuma outra pessoa me ofereceu como ele.

Por muito díficil que seja, não desisto. Não desisto dele. Se ao fim de tanto tempo ainda não viramos as costas um ao outro é porque estamos destinados. Pode não ser como eu quero. Mas acredito mesmo que ele me estava destinado. Para me fazer uma pessoa melhor. Para me mostrar que nem todos os homens são iguais. Para me mostrar que vale a pena amar. Com tudo o que há de bom e de mau no amor.

Não tive uma história de encantar com ele, mas, no que depender de mim, terei um bela história de uma grande amizade. Para o resto da vida. Porque, no fim de tudo, o que conta e o que sempre contará é o amor que lhe tenho e o amor que ele me tem a mim (mesmo tu dizendo que não!). Assumindo as suas várias facetas. Mostrando que tudo é possível. Basta querermos.

 

O meu príncipe

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Ele era um príncipe. O meu príncipe. A pessoa que eu, sem ter noção, comecei a ver como parte certa do meu futuro. Com quem queria viver, partilhar e desfrutar esta fase boa da minha vida.

O príncipe entrou na minha vida sem qualquer tipo de aviso, de alarme. Foi há 1 ano e uns meses e eu tentei sempre mantê-lo longe, mas perto de mim. Não queria ter de enfrentar algo que com tanto esforço sempre fugi. O amor. 

Ele continuava lá. Sem nunca deixar de marcar a sua presença e com a sua promessa de uma felicidade da qual eu não podia escapar.

O amor apanhou-me de tal forma que não podia fugir daquela felicidade que tanto me foi sussurrada ao ouvido durante meses e meses a fio.

Arrisquei. Fui feliz. Não o posso negar. Mas, rapidamente, aquele que era o meu príncipe transformou-se num sapo. Irreconhecível. Sem qualquer tipo de ternura que lhe era tão característica.

Apesar de se ter transformado um sapo, eu não consigo deixar de pensar nele, de sentir a falta dele. É como que se ele estivesse em todo o lado. Como que se ele me perseguisse. O cheiro dele... Ainda o sinto em mim. Como se emanasse dos meus poros. O som da voz dele... É como se o tivesse sempre comigo a sussurrar-me ao ouvido. É quase que exaustivo tê-lo sempre comigo desta forma.

Quero o meu príncipe e não este sapo feio que deixou de ser o ponto de encontro com a felicidade. Quero aquele com quem sonhei. Quero aquele com quem sorri. Quero aquele que nunca saiu de mim. Quero o meu príncipe.

Estão feitos!

 

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Estão feitos os exames nacionais de português e de história A! Apesar de saber que tenho algumas coisas erradas sinto-me muito tranquila em relação aos exames. Acho que dei o meu melhor e que me esforçei muito para conseguir chegar até aqui. Estou, para já, oficialmente, de férias! Agora é aproveitar o calor e continuar a trabalhar até setembro. Porque a partir de setembro tudo pode mudar.