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Vida com dois sentidos

Vida com dois sentidos

O fim de uma montanha russa chamada 2016

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2016 não foi um ano incrível, não foi o melhor ano da minha vida, não foi tudo aquilo que eu quis que fosse. Foi um ano bom, com direito a coisas boas e as coisas más, com muita festa, muita loucura, com muito amor e também com muito choro (como não podia deixar de ser.). 

Podia começar por imensa coisa, mas acho que uma das maiores marcas deste ano foi ter acabado de tirar a carta de condução. 1 ano depois de ter começado, lá conseguir acabar de a tirar. Deixei o meu trabalho como operadora de Caixa no Continente. Foi 1 ano e meio cheio de coisas muitas boas e muito más que, no final, só me deixaram boas lembranças e saudades (tantas saudades que voltei por 15 dias nesta época de Natal). Deixei os anos de teen e entrei nos 20 com as melhores pessoas do mundo. Fui à minha primeira Queima das Fitas (ai as saudades que eu tenho dessa semana!). Participei no meu primeiro Cortejo Académico. Tive as melhores férias de Verão junto das pessoas de quem mais gosto. Entrei no 2º ano de faculdade como quis. Tornei-me madrinha da menina mais bonita do meu curso. Passeei muito, tirei muitas fotografias, comi, ri, chorei muito. Foi um ano cheio. 

Quanto aos amigos... 2016 tirou-me uma pessoa que eu achava que ia ficar comigo para o resto da vida. Hoje percebo que se essa pessoa me virou as costas foi porque não estava destinada a mim. Mas devolveu-me uma amiga ainda mais especial. Fez parte de uma fase muito importante da minha vida e ficou sempre no meu coração. Espero que 2017 me deixe tê-la bem perto de mim. Tal como os anos que virão. Consegui manter os de sempre. E que bom é tê-los comigo! Fui tão feliz com eles todos!

Agora que estamos na reta final, sei que 2016 não foi um ano assim tão incrível quanto isso, mas foi vivido ao lado (mesmo que estejam longe) daqueles que mais gosto e daqueles que mais gostam de mim.

Quero que o início do ano de 2017 seja também um recomeço para mim, que tudo o que aprendi neste ano velho me sirva de lição para o novo, que eu possa estar ao lado das minhas pessoas, que possa conhecer pessoas novas, lugares novos; Que a felicidade seja uma constante, tal como o sucesso; Que todas as tristezas que vierem sejam passos para uma fase melhor. Acima de tudo, que nunca me faltem os sorrisos. 

Posso dizer que estou mais que pronta para receber 2017.

 

Ama-se para sempre.

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Há quem diga que tenho um coração do tamanho do mundo. Cheio de amor. Que nasci para amar. Que não sei fazer outra coisa senão amar. As pessoas que me rodeiam e as que, por alguma razão, não me podem rodear. Tudo aquilo que faço e que não faço. Tudo aquilo em que acredito e que faço com que os outros acreditem comigo. A base é sempre o amor.

A verdade é que fui aprendendo que, na minha vida, não existe muito espaço para aquilo que, de alguma forma ou feitio, não é amor. Porque não faz sentido ter ou lutar por algo que não me preenche enquanto pessoa e enquanto mulher. Porque existe um caminho muito certo em mim que é o daquilo que sinto e sei que me faz feliz, em todas as descobertas que tenho feito e vou fazendo todos os dias. Hoje sei que vivo com essa base muito certa em mim.

Amo com todo o meu coração. Só assim sei gostar dos outros. Só assim sei entregar-me aos outros e a tudo que me faz feliz. Não existem distâncias, momentos menos bons, sentimentos menos favoráveis que diminuam o meu amor pelas pessoas. Se senti que as amei uma vez, vou amá-las para o resto da vida. Mesmo que já não estejam presentes. Mesmo que os nossos caminhos se tenham desviado. Mesmo que exista uma distância que só é diminuída de longe a longe.

Acredito que toda a gente entra na nossa vida por alguma razão. E se nos fazem amá-las porque é que nos serão indiferentes depois? Ninguém me é indiferente depois de pisar as linhas do meu caminho. Porque me tocou e me mudou de alguma forma. Porque deixou alguma coisa sua em mim. E isso faz toda a diferença.

A base de tudo na minha vida é o amor. Nas suas mais variadas formas. Nas suas mais variadas distâncias. Nas mais variadas pessoas. E nunca se deve virar as costas ao amor. Porque quando se ama, ama-se para sempre.

Serei sempre Novata

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 Hoje reparei que nunca mais tinha falei da Real Tertúlia dos Bastardos - o grupo académico do qual faço parte. 

Como estudante do 1º ano, fui novata. E fui tão feliz como novata. Tão feliz que gostava de ser para sempre novata e poder viver tudo vezes e vezes sem conta. É indiscritível a sensação de levar o símbolo deste grupo ao peito e poder dizer que faço parte dele.

A verdade é que somos família. Mais do que muitos imaginam. Mais do que eu estava à espera. Cada uma daquelas pessoas tornou a minha vida um bocadinho mais feliz. Semana após semana. Reunião após reunião. Foi na Real Tertúlia dos Bastardos que encontrei o meu lugar no mundo gigante que é a Academia.

Encontrei uma madrinha que me enche de amor e carinho, que me ajuda quando mais preciso, que me faz sentir especial a cada passo que damos. Tive direito a 9 fantásticos irmãos com quem "divido" a minha madrinha. E somos felizes por sermos tantos, porque, no fim do dia, o que nos une é o amor que sentimos por aquela que é a nossa "mãe" e por aquela que é a nossa casa, a Real Tertúlia dos Bastardos.

Tive direito a um Compromisso, a um Batismo, a uma Serenata. No compromisso, jurei amar a Tertúlia e honrar todos os seus momentos. Jurei ser Bastarda. No batismo, fui apelidada Fada Norte de Oz, juntando-me a uma família que não irá acabar. A Família de Oz. Na noite da monumental serenata, foi-me traçada a capa, fechando, assim, um ano que eu não queria que acabasse. O meu ano de Novata. O meu ano como bebé num mundo tão grande e maravilhoso para ser descoberto. Um ano em que as responsabilidades eram grandes, mas muito pequeninas comparadas com aquilo que ainda aí vem.

Não me importava de ser Novata outra vez. Não me importava de voltar a viver tudo de novo outra vez. Não me importava de continuar bebé, de continuar uma das pessoas novas. Aprendi tanto este ano! Fiz amigos para toda a vida. Ganhei um respeito diferente daquele que já tinha pela Academia. E fui tão, mas tão feliz!

Fui, sou e serei sempre Novata, tal como serei sempre Bastarda, orgulhosa do símbolo que leva no peito.

Mentalidades demasiado pequenas

O Rui Maria Pêgo, filho da Júlia Pinheiro, há uns dias atrás fez um post, uma espécie de reflexão, na sua página de facebook sobre o que se passou em Orlando, nos Estados Unidos, assumindo a sua homossexualidade no final do seu texto. Pois bem, até aqui está tudo bem. Sendo figura pública e filho da pessoa que é, este assunto tomou proporções gigantes na imprensa.

Ontem, numa dessas rubricas dos programas de televisão em que se fala sobre as notícias que saem nas revistas cor-de-rosa, João Malheiro deu a sua opinião. E qual é a sua opinião? Que a homossexualidade é uma doença. Eu sei que se deve respeitar a opinião de todos, mas há limites. 

É nestas alturas que eu me apercebo que, afinal, ainda não evoluímos o suficiente para aceitarmos que as pessoas não são todas iguais, que não seguimos todos o mesmo caminho, mas que, no final de contas, somos todos seres humanos e que o amor é o mais importante.

Este senhor, sendo quem é, devia ter tido um bocadinho mais de cuidado ao comentar o que estava a comentar. Devia ter tido um bocadinho mais de respeito e de bom senso. Não somos todos iguais, nem temos de o ser. Cada um é como é. O que importa é a felicidade que isso nos traz. 

Este tipo de situações deixa-me revoltada e sem palavras. Este país ainda é feito de mentalidades demasiado pequenas e não consegue acompanhar a grandeza das pessoas de que é feito. 

 

Pray for the World

 

 

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O Mundo anda, definitivamente, virado do avesso. A noção do que está correto ou o que está errado deixou de existir. O ódio veio substituir o amor. A calma e a paz deram os seus lugares ao medo e ao pânico. 

O que aconteceu em Orlando foi uma pequena (grande!) prova disso. Não existe qualquer tipo de explicação para que 50 pessoas tenham sido mortas e muitas outras tenham ficado feridas. Não existe qualquer tipo de explicação para que um "homem" ter entrado num discoteca aos tiros como se não houvesse amanhã. Não existe explicação para que um beijo entre duas pessoas, sejam elas do mesmo sexo ou não, tenha despoletado todo este cenário de sangue. Simplesmente, não existe desculpa.

O preconceito já existe há muito tempo, mas nunca foi tão demonstrada como nos últimos anos. Nunca o Mundo foi alvo de tanto ódio como agora. Nunca a humanidade foi tão atacada como nos últimos tempos. E porquê? Porque as pessoas não conseguem viver com as diferenças dos outros, porque existem estereótipos que toldam o pensamento, porque odiar o outro é muito mais fácil do que amar.

O ataque não foi uma ataque a uma comunidade. Foi um ataque a toda a humanidade. A orientação sexual de cada uma das pessoas feridas e mortas não devia importar. As escolhas que cada um faz para si, deviam ser só preocupação sua. Ninguém tem o direito de ceifar vidas desta forma. Ninguém tem o direito de dizer que este ou aquele é isto e aquilo só porque não vivem e vêm a vida da mesma forma que todos os outros.

O Mundo precisa, urgentemente, de uma mudança drástica. Para que não existam mais ataques destes, para que o ódio se dissipe e o amor percorra todos nós. Para que a paz possa ser sempre mais importante que a guerra. Depois deste ataque, o Mundo ficou mais pequenino no que toca a esperança. Somos humanos, mas cada vez menos pessoas. Porque uma pessoa, com sentimentos, com consciência, nunca faria uma coisa destas.

Dias - a ironia do tempo e do teu apelido.

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Dizem que o tempo é o nosso maior aliado na cura de qualquer tipo de dor. Ouvi o "dá tempo ao tempo" milhões de vezes. A resposta era sempre a mesma. Um "eu sei" sem qualquer tipo de sentimento, sem acreditar no que estava a dizer. A verdade é que o tempo não ajuda. Só piora. Os dias passam e as saudades aumentam, a ansiedade e vontade de ver aquela pessoa aumentam. Não há nada a fazer. Vive-se a vida como se pode. Com a sensação que nos falta sempre alguma coisa. Mas vive-se. Dia a dia. E vai-se lidando com todos aqueles sentimentos que nos assombram o coração praticamente de hora a hora.

Mas foi a tua ausência que ditou o fim. O fim de um ciclo que eu nunca pensei vir a fechar. Uma altura da minha vida que eu queria levar comigo durante muitos anos. Desapareceste. Sem te custar absolutamente nada. Tudo aquilo que foi dito, foi esquecido por ti. Porque te convinha. Porque existe algo em ti que simplesmente não quer saber dos outros. Porque o egoísmo faz parte do ser humano e o teu veio ao de cima com a pessoa que menos merecia levar com ele. 

Desapareceste e contigo levaste muitas das coisas - e até pessoas-  boas que guardava comigo. Tuas. Nossas. Tudo aquilo que via de bom em ti, e hoje continuo a defender com unhas e dentes perante os outros, está cada vez mais longe nas minhas memórias. E eu continuo a querer acreditar que tu és genuinamente bom e que as tuas atitudes são fruto da tenra idade que tens, mas começa a tornar-se impossível.

A tua ausência é só o que sinto hoje em dia. Isso e as palavras que me disseste num tempo já considerado longínquo para mim. Doem e destroem tudo o que de bom guardo teu. E é uma pena. Porque nós tínhamos tanto para dar juntos. Como amigos. E eu gostava tanto de ti, caraças. Hoje gosto menos um bocadinho. A cada dia que passa, o amor que te tenho vai-se perdendo pelos caminhos que tenho traçado.

O tempo? Esse vai passando, mas sem me facilitar a vida e o coração. Sem que me cure todas as minhas maleitas. O relógio não para, mas não é ele que me ajuda a curar. É a tua ausência que dita o fim. 

 

Não há fim à vista.

 

 

                                              

A guerra nunca acabará. É uma utopia pensarmos que este mal acabará. Nunca acabará enquanto a Humanidade não progredir. Este mal começou muito antes dos atentados de Paris em novembro. Este mal entrou na nossa vida no 11 de setembro de 2001, em Nova Iorque. Em 2004, em Madrid. Em 2015, no Beirute e no Kuwait. Em 2016, em Bruxelas e em Ankara.

É de realçar que nem todos estes ataques foram terroristas. É de realçar que nem sempre é o Estado Islâmico que está à frente deste tipo de ataques. A Humanidade é responsável por isto. A Europa tem a sua quota de culpa em tudo o que tem acontecido. 

Somos uma fortaleza muito pouco forte. Tentámos passar uma imagem que está longe de ser a real. Somos os responsáveis de muitos destes ataques. Temos muito sangue nas mãos. Mais do que aquele de que temos noção. Nunca estaremos isentos de culpa. 

Todos os dias morrem milhares de pessoas por todo o Mundo. Vítimas de atrocidades destas ou de coisas parecidas. É um ciclo vicioso que não vai parar tão cedo. Somos muitos pequeninos ainda. Existem valores que deviam ser passados e que não o são. Existem valores que deviam sem completamente abolidos e continuam a ser espalhados como os mais corretos. Não há maneira de acabar com a guerra enquanto continuar a haver ódio no Homem. Enquanto existirem causas que levam homens à morte desnecessariamente, este mal nunca acabará.

Ontem foi só mais um exemplo de que a Humanidade regride todos os dias mais um bocadinho. 

Quando a vida faz das dela

 

 

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Gosto de acreditar que tudo na vida tem uma razão, um significado. Nada acontece por acaso. Ninguém entra na vida de outra pessoa só porque sim. Uma pessoa não sofre só porque alguém lhe apeteceu magoá-la. Tudo na vida tem um sentido. Podemos não conseguir vê-lo, mas ele está lá. Só precisamos de ter paciência para conseguir descobrir o porquê de tudo.

Neste momento, gostava de descobrir, o mais rápido possível, o sentido da minha vida e tudo o que se tem passado. Gostava de poder saber o porquê de tudo ter sido virado do avesso e ainda nada ter voltado ao sítio. Gostava de perceber se o caminho que eu tomei há uns meses atrás é o mais correto. Gostava tanto de ter as respostas para todas as perguntas que são criadas na minha cabeça todos os dias. 

A vida tem-me pregado várias partidas que me tem deixado um bocadinho sem chão, o que tem tornado tudo tão mais difícil de suportar. Quero acreditar que depois deste tempo de azar e de coisas más, vem uma onda de coisas boas que me vão trazer aquela felicidade de que eu precisava agora. Mas tem sido complicado perceber o porquê de tudo se estar praticamente a desmoronar e eu sem conseguir tomar as rédeas de nada.

Sei que nada dura para todo o sempre e que todos os momentos maus são passageiros. Mas deixam marcas que podem nunca sarar, que podem nunca desaparecer e essa consequência que eu não quero. Quero, simplesmente, esquecer esta fase. Quero poder dizer que estou confiante com tudo na minha vida e que tudo se encaminha como eu sempre quis. Os percalços são sempre necessários, mas eu, neste momento, acho que o karma está mesmo a fazer das dele. 

Quando a vida decide fazer das dela, é bom que tudo esteja protegido, ou vai tudo há frente...

A ti, que me partiste o coração.

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Não te guardo qualquer tipo de rancor. Guardo, sobretudo, amor. Não só dos dois meses em que fomos namorados, mas de todo o ano que passou. Guardo os teus abraços que me faziam sentir pequenina, os teus sorrisos que me faziam derreter, todas as tuas palavras meigas e sinceras. Não guardo a mágoa que possa ter sentido durante este tempo. Não guardo nada de mau do que me possas ter feito. 

Quero lembrar-me de ti sempre como uma das pessoas de quem mais gostei na minha vida e por quem eu lutei. Muito ou pouco. Lutei e isso ninguém pode negar.  Estás guardado em mim. Hoje e sempre. Porque marcaste a minha vida. Porque me fizeste sorrir. Porque me fizeste sentir feliz.

Não te posso dizer que quero que sejas feliz com a pessoa com quem estás agora. Estaria a mentir se o fizesse. E como a sinceridade foi sempre uma das premissas mais importantes nas nossas conversas, aqui fica. Não quero que sejas feliz com outra pessoa, neste momento. Quero que aprendas a ser feliz sozinho e que aprecies isso primeiro e só depois saltes para uma relação. 

Gostava que tivesses as mesmas saudades minhas que eu tenho tuas. Gostava que sentisses aquilo que eu sinto todos os dias, que me leva quase à loucura e ao sufoco, antes que o meu lado racional tome conta de mim. Talvez por não perceber o porquê de estarmos numa fase tão cinzenta da nossa amizade. Já estivemos pior, mas, neste momento, as coisas não estão como eu gostaria que estivessem. Todos os dias me vem à cabeça o pedido que me fizeste e não compreendo o rumo que "nós" levámos. Mas a vida continua, e eu levo a minha vida com a leveza que sempre levei. Mas sempre com a pequenina esperança que algo mude. 

Hoje, depois de ter sofrido quase tudo o que tinha para sofrer, continuo a querer-te na minha vida. Continuo a querer ter aquele abraço e aquele sorriso. Continuo a querer o amigo, porque, na minha opinião, esse tipo de amor não morre. E, por muito que me tentes afastar de ti, vou estar sempre aqui. Não com toda a disponibilidade do mundo e não de braços sempre abertos, mas vou estar aqui. De onde nunca saí.

Não se apagam as pessoas de quem mais gostamos por causa de erros que elas possam ter cometido. Tu não serás apagado, nunca. Recuso-me a que isso aconteça. Porque tu vales a pena. Porque, independemente de tudo o que possa ter acontecido, gosto muito de ti. Mais do que tu possas imaginar.

2015

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Acho que o que define o ano de 2015 é a palavra Amor. Porque acho que foi o ano em que me dei aos outros da forma mais intensa que me lembro. Porque amei muito mais do que me lembro ter amado. Este foi um ano de emoções. Muito fortes. Muito duradouras. 

Entrei para a faculdade. Conheci as melhores pessoas para me acompanharem nos próximos anos nesta aventura chamada Ensino Superior. E tem valido tanto a pena. Cada hora passada com eles é uma mais valia para a minha vida. Cada sorriso, lágrima, suspiro dado dados ou deitados faz com que eu queiras mais e mais. Eles são tudo o que toda a gente gostava de ter como amigos.

Apaixonei-me. Como nunca pensei apaixonar. Como nunca pensei que fosse acontecer. Quis fugir e dei-me mal. Este amor deu-me uma felicidade que nunca antes tinha sentido. Acabou. E isso fez com que este ano não acabe da melhor maneira, mas também me deu coisas boas como, por exemplo, a forma como eu olho para mim mesma e como olho a outra pessoa.

Continuei a ter os melhores ao meu lado. Podem passar muitos anos, mas existe um grupo de pessoas que não sai da minha vida. Nunca. E que estão ao meu lado nas coisas boas e nas coisas más, sem nunca pensar duas vezes.Continuam comigo, aconteça o que acontecer. E nunca pedem nada em troca.

2015 foi um ano nem bom bem mau. Teve os seus altos e baixos que me deixaram feliz e triste. Chorei muito, mas mesmo muito, mas também sorri muito. Arrependo-me de certas coisas, mas orgulho-me de tantas outras. Guardo comigo o melhor e o pior deste ano.

Espero que 2016 venha com muito mais felicidade e amor. Com muito mais riso e gargalhadas. Quero que seja O ano!